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Fornecedor em SP, contratante em DF, categoria "Serviços".
| # | Descrição | Qtd | Unit. estimado | Total | Situação | Comparar |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 1 | Organização de congresso, simpósio, conferência e exposição Organização de congresso, simpósio, conferência e exposição | 1 UNIDADE | R$ 351.270,00 | R$ 351.270,00 | Homologado | preço praticado → |
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Receber a mostra itinerante da 35ª Bienal de Artes de São Paulo, pela exposição de motivos que se segue, contribui de maneira relevante para o aumento da qualidade das entregas do Museu Nacional da República, equipamento cultural administrado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa (SECEC-DF) à população do Distrito Federal. A criação da Bienal de São Paulo e a construção de Brasília são frutos de uma mesma época, de um mesmo sonho, sob a égide do modernismo no Brasil. Sobre a Bienal de São Paulo, destaca-se que se trata da exposição coletiva de Artes Visuais mais importante do Brasil, realizada em São Paulo desde 1951. A primeira Bienal foi realizada no belvedere do Trianon, onde hoje é o Museu de Arte de São Paulo (MASP). A partir de 1954, passa a ocupar o Pavilhão Ciccillo Matarazzo, conhecido como Pavilhão da Bienal, no parque Ibirapuera, cujas edificações foram concebidas com fins culturais por Oscar Niemeyer. Em poucos anos, a Bienal se torna um dos eventos mais importantes do mundo das artes visuais, ao lado da Bienal de Veneza e, posteriormente, da Documenta de Kassel. Em 1960, foi inaugurada, por Juscelino Kubitschek, a nova capital federal. Idealizada desde 1956 pelos arquitetos Lúcio Costa e Oscar Niemeyer, Brasília constituiu-se o maior núcleo de patrimônio histórico tombado mundialmente. A modernidade passou de sentimento a fato, tendo Brasília materializado todas as aspirações do movimento. Em 2019, o Museu Nacional da República (MuN), museu de artes visuais mais importante da região Centro-Oeste, equipamento cultural administrado pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, recebeu, pela primeira vez, a 33ª edição da Bienal de São Paulo. Desde lá foi estabelecida parceria com a Fundação Bienal de São Paulo para colocar o MuN no circuito das itinerâncias das futuras edições. Assim, em 2024, o Museu Nacional da República pretende sediar a 35ª edição que ocupará sua Galeria Principal, com data de inauguração prevista para o dia 13 de junho deste ano. Integrando o programa de mostra itinerante – que consiste em levar a capitais do país recortes da exposição original para promover novas associações e diversas ações culturais com professores, educadores, o público e mediadores das instituições parceiras –, a presente exposição tem lugar no Museu Nacional da República por sua própria vocação em difundir as artes visuais. A 35ª Bienal de Artes de São Paulo, com tema "Coreografias do impossível" propõe um convite às imaginações radicais a respeito do desconhecido, ou mesmo do que se figura no marco das im/possibilidades. Enquanto proposta curatorial, coreografias do impossível se articula como um espaço de experimentação, aberto às danças do inimaginável, que se encarna em movimentos capazes de transformar o aparentemente não-existente, em existente. Esta ideia de coreografia se baseia na natureza enigmática do fato artístico e, portanto, em tudo aquilo que não está esgotado, nem evidente. No que podemos nomear como segredo, mistério ou o próprio infinito. Estes são elementos resilientes, portanto de ruptura, e consequentemente de uma tentativa de liberdade. A equipe curatorial é composta por Diane Lima, Grada Kilomba, Hélio Menezes e Manuel Borja-Villel, que se apresentam como um coletivo e atuam de maneira horizontal, numa contradança.